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domingo, 13 de outubro de 2013

O Provocador 0107

Adoro o ouvir algumas músicas evangélicas. Outro dia estava cantarolando uma canção da Ludimila Ferber e um amigo me arguiu:
 _Você é Ateu? Por que está cantando esta música gospel?
 _Por que eu gosto! Respondi.
_Mas não deveria gostar. Ateus não gostam de músicas evangélicas porque falam de Deus, e Deus não existe...segundo suas convicções.
 Olhei bem dentro dos olhos dele e respondi:
 _Gosto do Batmam, Super-mam e Wolverine. Sei que eles não existem também. Mas ainda assim gosto. Filósofo cético, Edson Moura

O Provocador 0106


O Provocador 0105


O Provocador 0104


Certamente Deus é uma superstição coletiva, não há evidência para a existência de nenhum deus (ou deuses), diabos, demônios, anjos e santos são mitos, não há vida após a morte, paraíso nem inferno, todos os Papas foram "dinossauros" medievais perigosos e intolerantes, e o Espírito Santo é um personagem de história em quadrinhos digno de risadas e escárnio. Acuso o deus Cristão de assassinato ao permitir o Holocausto (sem mencionar a "limpeza étnica" presentemente sendo feita pelos Cristãos no mundo), condeno e vilipendio essa divindade mítica por encorajar o preconceito racial e comandar a degradação da mulher, castrar a Ciência, suplantar a inteligência e tornar cada um de seus seguidores em zumbis, desta e da outra vida prometida. Filósofo cético Edson Moura

O Provocador 0103

Não sou apenas ateu, sou um "ateu radical"! Digo isso para que postumamente não me cataloguem como um deísta ou agnóstico. Reduzo a possibilidade da existência de Deus (deuses) a zero. Não considero este pensamento reducionista, pelo contrário, quando limitamos as hipóteses a "certo" e "errado", "bem" e "mal", "criação" e "evolução", estamos na verdade nos permitindo explorar ao máximo essas quase sempre duas possibilidades. Mas quando nos deixamos levar pelo medo de assumir uma posição, seja ela qual for, apenas estamos abrindo um leque tão grande quando possível para nossos intelectos, o que nos deixa preguiçosos para estuda-los a fundo, impingindo, aí sim, um reducionismo mascarado. 
Filósofo cético, Edson Moura

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O Provocador 0100

"Se nós conseguimos, em tempo recorde, construir estádios de futebol, e melhorar acessos aos tais, cumprindo assim, uma determinação da FIFA, por que será que não conseguimos aplicar essa excelência, em obras públicas como: hospitais e escolas, trens, metrôs e ônibus? Já provamos que sabemos fazer...mas, por que não fazemos. Será que é preciso uma instituição futebolística nos mostrar que temos competência para fazer as coisas certas? Será que não conseguimos aplicar o "padrão FIFA" nos demais seguimentos de nosso país? Por essas e por outras eu sou grato à FIFA, por nos dar um "chute no traseiro" e nos fazer ver que podemos sim, melhorar as coisas por aqui.

Infelizmente, ao que me parece, nós ainda vivemos sobre o jugo escravocrata, onde o trabalho só rende mesmo, se o látego estiver o tempo todo dardejando sobre nossos lombos, que num português bem brasileiro quer dizer. 'O chicote estralando!'" Filósofo cético, Edson Moura

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O Provocador 0097

Alguns atos do ser humano eu até entendo, por exemplo: quando uma pessoa mata a outra para roubar, ou por que foi traído, ou até mesmo porque tinha inveja, sei lá, não deixa de ser um crime totalmente culpável, mas, em minha opinião, é explicável...não disse justificável! Agora, matar um outro ser humano por causa de um time de futebol? Jamais irei aceitar!

O criminoso deveria ser executado em praça pública, para servir de exemplo. Onde já se viu...matar o outro só porque ele não torce para o mesmo time. Isto revela o nazismo intrínseco dentro de cada torcedor fanático. Dizem que o nazismo acabou, mas quando vemos, algumas pessoas uniformizadas, gritando palavras de ordem, excluindo os diferentes e matando os que não pertencem à sua "espécie"...vejo que o mal incutido por Hitler na cabeça de muitos homens ainda está bem vivo. Filósofo cético, Edson Moura

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Provocador 0095 (Eterno desespero)

Por Edson Moura
Acredito piamente que o desapego está mais ligado a, como posso dizer, uma irresponsabilidade sob controle. Lembrei-me do Gresder agora, afinal, ele é a prova viva de que se pode viver uma vida irresponsável, mas sem, de alguma forma, perder o senso de responsabilidade, que, este sim, pode trazer angústia e muito sofrimento.

Sartre foi feliz em sua afirmação a respeito da liberdade humana, pois sabemos (ou pelo menos eu sei) que liberdade realmente nos trás responsabilidades, e esta em todas as esferas comportamentais. Liberdade nos faz ver que somos responsáveis por todos os atos, e uma vez responsável, tornamo-nos escravos de nossa tão buscada liberdade.

Pode então o homem ser desapegado (livre) e ao mesmo tempo desesperado(preso) à sua liberdade? Um axioma dos mais simples, que só engodaria os mais simples. Obviamente que pode se ser as duas coisas. O questão é quando temos correntes nos prendendo a liturgias baratas, a pensamentos arcaicos, a usos e costumes obsoletos. De tempos em tempos os homens vão se libertando, e a cada passo dado, um novo controle social informal lhe é conferido, e novamente ele volta ao ponto de partida. Me parece que nós buscamos nosso próprio desespero.

Para não me alongar, vou fazer aqui uma analogia de como funciona este processo de "encadeamento", que propus a uma amigo meu: "Lembro-me nitidamente dos anos em que comecei a fumar. No inicio era uma coisa, digamos, feia, fumava escondido, tinha medo da reação das pessoas ao verem um garota de 14 anos com um cigarro na boca. Mas o tempo foi passando, fui crescendo e adquirindo autonomia, aí, fumar já não era vergonhoso, mas ao contrário, me conferia status, agora podia fumar tranquilamente.

Notem que o desespero se tornou desapego e fiquei em paz, comigo e com os homens. Recentemente criou-se uma lei onde se proibia fumar em estabelecimentos fechados. No inicio foi aquela bagunça, protestos daqui, reclamações dali, enfim, a lei pegou. E hoje, eu, que outrora não via problema algum em fumar num bar ou num restaurante, ou até mesmo num avião, fico constrangido ao acender um cigarro onde tiver uma criança, ou até mesmo embaixo de um toldo de bar, pois me preocupo com o incômodo que estou causando aos outros cidadãos, sejam eles fumante ou não".

Onde quero chegar com este relato? É simples, mudamos constantemente nossa visão de mundo, somos moldados pelo meio e consequentemente, acabamos aceitando o desespero que nos impõem ou nos impomos. Estamos o tempo todo nos acostumando com nossa liberdade (desapego) e quando vemos que desapego já não é suficiente, criamos uma "cadeia" (desespero), para nos mantermos sempre nesta dinâmica que é viver.

domingo, 26 de maio de 2013

O Provocador 0093

"Sabemos que existe uma confusão entre os termos, ateu e agnóstico. Ateu todos são, nós sabemos, pois, de uma forma ou de outra, não acreditamos que EXISTA o deus alheio, ou melhor, o deus que não seja o nosso. Já o agnóstico, no meu ponto de vista, é uma cara mais inteligente, pois ele diz: Eu não sei se existe um Deus, e eu até acredito que não existam os deuses que me foram apresentados. Sou ateu cético, assim como você, do deus judaico-cristão, e este eu posso afirmar, por comparação visual realística, que não existe, pois tudo que já foi falado sobre ele, não sobrevive às comparações com a realidade em que vivemos. Portanto, Deus é uma impossibilidade para o ateu, e para o agnóstico Deus é uma desnecessidade". Filósofo cético, Edson Moura

O Provocador 0092

Sou gay!...Tudo bem, cada tem sua preferência sexual.
Sou Ladrão! Ok! às vezes precisamos tomar à força aquilo que queremos.
Sou assassino! Todos nós temos um dia de fúria.
Sou pedófilo! Todos os homens são, sempre queremos uma novinha.
Sou mentiroso! Mentiras são necessárias numa sociedade.
Sou um adultero! E quem não é?
Sou Ateu! VOCÊ É O QUÊ?!!! VOCÊ TÁ LOUCO! NÃO PODE, DEUS EXISTE E PRECISAMOS CRER. VOCÊ É UM FILHO DO DIABO! É POR ISSO QUE O MUNDO ESTÁ ASSIM, CHEIO DE GAYS, PEDÓFILOS, LADRÕES, ASSASSINOS, MENTIROSOS E ADÚLTEROS. VAI SE CONVERTER ANTES QUE DEUS TE DÊ UM CÂNCER.

É mais ou menos assim que vejo os ateus serem tratados. Filósofo cético, Edson Moura

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O Provocador 0089

"Não é pelo fato de seis bilhões de pessoas acreditarem numa coisa idiota, que esta coisa deixará de ser idiota entende? Todos diziam que a Terra era o centro do Universo, um cara dizia que não! Quem estava certo afinal? Milhares diziam que mulheres ruivas eram bruxas e deveriam ser queimadas, uma pequena minoria dizia que não. Quem estava certo? Os exemplos são inúmeros, mas não pretendo citá-los todos". Filósofo cético, Edson Moura

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Provocador 0071

Comentário em: Logos e Mithos

E então gente?! Quem é que posta agora? Anderson, Anja ou Eu? Vamos lá, quero aplicar todo o metodismo que prometi a Anja. Estive ausente por algum tempo, mas estou de volta. Totalmente "reconfigurado", mas sempre com acidez na ponta da língua. Não é possível que nós não possamos chegar num nível mais alto de conhecimento, com tantas feras que temos aqui. Este espaço é para mais perguntas que respostas, e acredito que ninguém aqui está muito interessado em respostas fechadas sobre nossa existência, porque se tiver...tá por fora.

O interesse em saber por que existimos, não é um interesse "casual", como colecionar figurinhas da copa do mundo, ou moedas, ou selos por exemplo. Quem se interessa pelos assuntos que discutimos aqui, toca num assunto que vem sendo discutido pelo homem praticamente desde quando passamos a 'habitar este planetinha"

Os assuntos tratados aqui (e o Edu vai concordar comigo) tem como intuito, quebrar muitas superstições que rodeiam nossas vidas, mostrando com muitas situações não tem uma relação de causa e efeito entre elas, como alguns imaginam. A Teologia e a Filosofia aqui aplicadas, acredito, tem como fundamento advertir os leitores e debatedores quantos aos perigos das conclusões precipitadas, porque sabemos que as conclusões precipitadas podem levar a muitas formas de superstição.

O Provocador

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Provocador 0062

"Compremos o que nos mandam comprar. Comamos o que nos mandam comer. Vivamos a vida segundo a lei da modernidade líquida, mas nunca, nunca mesmo, nos esqueçamos que estamos todos na mesma embarcação. Alguns na popa olhando o mar que para trás ficou, outros na proa, buscando no vasto oceano a sua frente um pedacinho de terra que lhe dê segurança, já outros estão lá no porão descascando batatas e dividindo seu espaço com os ratos, e acredite... de certa forma todos estão felizes."

O Provocador

O Provocador 0061

"O paradoxo é que só podemos duvidar daquilo em que acreditamos, pois aquilo em que não acreditamos, para nós não é válido de forma alguma, logo, incoerência seria não descrer às vezes da Ciência em que acredito"

O Provocador

domingo, 6 de novembro de 2011

O Provocador 0055

"O cara que recusa um elogio é um enganador, pois tudo que ele quer é ser elogiado duas vezes"
O Provocador

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O Provocador 0042

"Este país de merda chamado Brasil está sempre atrasado! E o pior é que quanto mais criam maneiras de garantir direitos às minorias, mais as minorias são fodidas pelo país, sejam elas os pobres, os negros, os deficientes, ateus ou os gays"
O provocador

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Provocador 0037

“As utopias podem levar a desastres. O indivíduo chega ao poder, e quer botar a sociedade dentro da roupa que confeccionou. Então, se o braço é muito comprido, ele corta a mão. Um Utopista pode ser implacável. Pergunto-me o que diria Che Guevara ao ver o que Fidel fez à Cuba.”
O Provocador

sábado, 1 de outubro de 2011

O Provocador 0036

“Lendo Fernando Pessoa, imagino que todos podem possuir um pouco de Deus sem que isso lhe faça mal algum. Lamentável é ver que alguns querem comportar apenas num único livro todas as verdades. Quisera eu, que tudo isso acabasse e que, assim como John Bunnian e seu “Peregrino”, cada um pudesse guardar num livro ou numa poesia, o Deus que o torna um ser melhor.”
O Provocador

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O provocador 0017

“Para que serve aquele aparelhinho que vemos nos painéis dos taxis? Já sei. Deve servir para mostrar a rapidez com que você não está chegando ao seu destino. Bando de ladrões é o que são.”

O Provocador